Publicado por: Ana Lúcia Terra | Junho 19, 2014

Candidaturas ao Mestrado em Informação Empresarial

Estão a decorrer as candidaturas ao Mestrado em Informação Empresarial, da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP).

O calendário das candidaturas é o seguinte:
1ª fase de candidaturas: 12 de maio a 9 de julho de 2014.
2ª fase de candidaturas: 25 de agosto a 12 de setembro de 2014.
3ª fase de candidaturas: 1 a 7 de outubro de 2014.

Para informações sobre o plano de estudos e processo de candidatura ver
http://www.eseig.ipp.pt/eseig/index.php/pt/cursos/mestrados/informacao-empresarial

Para qualquer esclarecimento, por favor, enviar e-mail para anaterra@eu.ipp.pt ou servicos.academicos.eseig@eu.ipp.pt

Publicado por: Ana Lúcia Terra | Maio 24, 2014

Faturação eletrónica: nova diretiva europeia

A diretiva europeia relativa à faturação eletrónica nos contratos públicos (Diretiva 2014/55/UE ) foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia do dia 6 de maio.

A presente diretiva destina-se a solucionar o problema da multiplicidade de norma existentes relativamente à faturação eletrónica. De facto, não existe uniformidade nos sistemas usados nos vários Estados-Membros e a ausência de interoperabilidade entre cada uma das normativas acarreta “excessiva complexidade, bem como a uma insegurança jurídica e encargos adicionais de exploração para os agentes económicos”. Esta divergência dos requisitos legais e técnicos relativos às faturas eletrónicas cria obstáculos às trocas comerciais e ao mercado único na medida em que os agentes económicos vêm dificultada a sua a candidatura a contratos públicos transfronteiriços.
De modo a resolver estas dificuldades, a nova diretiva prevê a implementação de uma norma europeia comum para o modelo de dados semânticos dos elementos essenciais de uma fatura eletrónica . A ênfase é colocada na interoperabilidade semântica pois “a norma deverá definir e descrever os elementos essenciais que têm sempre de constar de uma fatura eletrónica, facilitando assim o envio e a receção de faturas eletrónicas entre sistemas baseados em normas técnicas diferentes”.
A fatura eletrónica é aquela que for emitida, transmitida e recebida num formato eletrónico estruturado permitindo o seu tratamento automático e eletrónico. Assim, o simples arquivo de imagem não deverá ser considerado uma fatura eletrónica.

Esta iniciativa deverá gerar benefícios significativos em termos de economia de custos, impacto ambiental e redução de encargos administrativos além de fomentar a apresentação de propostas em concursos públicos transfronteiriços.
A diretiva deverá ser transposta para a legislação nacional dos Estados-Membros até 27 de novembro de 2018.

Publicado por: Lino Oliveira | Novembro 12, 2013

Seminário “Web 3.0 – desafios e oportunidades para as empresas”

Integrado na unidade curricular Negócio Electrónico e Segurança do Mestrado em Informação Empresarial, realiza-se na próxima quinta-feira, 14/11/2013, um seminário subordinado ao tema “Web 3.0 – desafios e oportunidades para as empresas”.

Apesar do evento ser destinado aos estudantes da UC é aberto a toda a comunidade ESEIG e ao público em geral.
Contamos com a vossa presença.

Seminário “Web 3.0 – desafios e oportunidades para as empresas”

Palestrante convidado: Reinaldo Ferreira

Quinta-feira, 14/11/2013, 19h30, Anfiteatro B201

A nova geração da Web é ainda pouco conhecida e utilizada, apesar de ser a mais importante evolução na perspetiva das empresas e dos negócios. Neste seminário orientado para empresários, gestores e estudantes de todas as áreas e níveis de conhecimento, descubra a tecnologia, os exemplos e as oportunidades e participe ainda nos desafios propostos a empresas de pequena e média dimensão.

Reinaldo Ferreira é empresário e gestor no setor das Tecnologias de Informação, professor e investigador em e-business. Atualmente dirige um conjunto de empresas liderado pela Planeta Virtual, é professor de Economia Digital no IESF e doutorando em Informática na área da Web.

Publicado por: Ana Lúcia Terra | Dezembro 9, 2012

Dez boas práticas para o sucesso de um projeto de gestão da informação

O início de um projeto de gestão pressupõe um trabalho de preparação fundamental para o sucesso organizacional da iniciativa.

A partir da sua experiência na área, Arnaud Hulstaert elencou um conjunto de dez boas práticas:

1) Apoio da hierarquia de topo

A implementação de um projeto de gestão documental vai influenciar um número significativo de colaboradores da organização, importa por isso ter o respaldo dos níveis hierárquicos mais elevados. É necessário motivar para a adesão voluntária ao projeto, demonstrando as suas vantagens, mas em certos momentos pode ser necessário autoridade para impor novas práticas.

2) Definição do âmbito institucional do projeto

Todos os departamentos, serviços e atividades da organização vão ser abrangidos pelo projeto? Importa delinear quem vai participar e/ou integrar o projeto nas suas várias fases.

3) Definição do âmbito informacional do projeto

Importa determinar se todas as tipologias informacionais devem ser abrangidas pelo projeto. Depois de identificado o perímetro informacional abrangido, segue-se a identificação dos documentos a integrar, incluindo o seu valor, o grau de confidencialidade, os direitos de acesso e de edição. Um grupo multidisciplinar e pluridepartamental, representando toda as atividades e serviços, é um contributo muito valioso.

4) Identificação das necessidades funcionais e não funcionais

Partindo da identificação dos âmbitos institucional e informacional, torna-se necessário determinar as necessidades funcionais em cada uma das etapas da gestão da informação (integração, descrição, armazenamento, difusão, etc) e as ligações de integração aplicáveis.

5) Determinar indicadores de concretização

Neste tipo de projeto, é de evitar formular indicadores de concretização demasiado vagos, como “o sistema tem de permitir aos seus utilizadores trabalhar de maneira mais eficaz”. Podem ser definidos prazos temporais, os quais são de fácil aferição.

6) Posicionar o sistema de gestão da informação relativamente a outras aplicações

Certas aplicações para setores/atividades específicas da organização produzem e gerem documentos. Qual é a sua relação com o sistema de gestão documental? Quais as funcionalidades que estas aplicações delegam no sistema de gestão documental? Importa que cada nova aplicação se integre harmoniosamente com o sistema de gestão da informação evitando o surgimento de “silos de informação” isolados.

7) Delimitação da organização

Em contexto organizacional, todos os procedimentos devem estar claramente definidos. Por exemplo: como é tratada a correspondência postal e eletrónica recebida? Qual o workflow para a redação dos documentos de divulgação externa? Quando é que um documento deve ser integrado no sistema de gestão da informação? Qual o número previsível de utilizadores do sistema de gestão da informação?

8) Competências especializadas

O projeto de gestão da informação exige o envolvimento de colaboradores com competências neste domínio, tanto ao nível da gestão de projeto como da análise.

9) Decomposição em sub-projetos e definição de prioridades

Será de evitar projetos demasiados ambiciosos e perturbadores para o funcionamento da organização, pode optar-se por identificar sub-projetos passíveis de serem implementados de forma independente, estabelecendo prioridades. Será vantajoso começar com um projeto de atinja resultados concretos e percetíveis pelos colaboradores, de modo a evidenciar o mérito do projeto.

10) Formação dos intervenientes no projeto

Apresentar os princípios e as funcionalidades dos sistemas de gestão da informação, formando todos os colaboradores envolvidos, constituirá uma boa estratégia para fomentar a adesão e o sucesso do projeto.

Carla Sousa
Universidade Fernando Pessoa

Pós-graduada em Ciências da Informação e da Documentação e licenciada em Ciências da Comunicação. É Coordenadora das Bibliotecas da Universidade Fernando Pessoa. Tem dedicado especial atenção ao atual sistema de comunicação da ciência e acesso aberto à literatura científica.
Palestra: Repositório Institucional da Universidade Fernando Pessoa
O repositório institucional da Universidade Fernando Pessoa visa armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual criada nesta universidade, em formato digital. Nesta palestra pretende-se apresentar as diferentes fases da criação e evolução do repositório institucional da Universidade Fernando Pessoa, bem como algumas indicações de trabalho futuro.

Dia 25 de Maio – 21.00h –B201- ESEIG
Rafael Pedrosa
Nasceu no Porto em 1977. Toda a formação escolar foi feita nesta cidade. Licenciado em Gestão de Empresas pela Universidade Lusíada – Porto. Responsável pelo Gabinete de Transferência de Tecnologia e Conhecimento do Instituto Politécnico do Porto – OTIC.IPP. Nos últimos 4 anos desenvolvi a minha atividade profissional na OTIC.IPP, em prol da
dinamização da transferência e partilha do conhecimento entre o Instituto Politécnico do Porto e a sociedade.
Áreas fundamentais de atuação:
· Propriedade intelectual;
· Promoção e dinamização do empreendedorismo;
· Avaliação de planos de investimento;
· Preparação e Gestão de projetos de financiamento;
Elemento do painel de júri de vários concursos de inovação e empreendedorismo. Desde 2008, leciono o “Seminário de Empreendedorismo” na Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo do IPP, como docente convidado.
Resumo: Palestra “Património Informacional”
· OTIC (Contextualização dos Gabinetes de Transferência de Tecnologia);
· Missão / Objetivos / Funcionamento da OTIC;
· Importância da recolha de informação no processo de transferência de tecnologia
(GESTEC / Repositório).

 

Palestra: ”Património Arquivístico.”  – 10h00 – B201 – ESEIG

Margarida Maria Raimundo Saavedra Loureiro
(Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães)

Licenciada em Estudos Europeus pela Universidade Moderna do Porto, Pós – graduação em Ciências Documentais (opção biblioteca) na Faculdade de Letras do Porto, Pós- graduação em Ciências Documentais (opção arquivo) no Instituto Superior de Línguas e Administração em Bragança.
Desempenha funções de Técnica Superior de Arquivo na Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães.

Resumo: “Património Arquivístico.”
Desde os primórdios, o homem tem visto e sofrido diversas mudanças, uma dessas grandes mudanças foi o modo como aprendemos a registar as informações. Hoje as novas tecnologias trouxeram-nos novos suportes de registo de informação (pen drives, banco de dados documentos virtuais…). Contudo, não podemos esquecer a preservação dos antigos suportes – de conteúdo histórico – que sofrem brutalmente a influência do tempo. Para garantir a sua sobrevivência, torna-se necessário a expansão do trabalho de preservação e conservação dos documentos.
Alertar para a real situação de precariedade e dificuldade na manutenção de acervos em algumas instituições, que sofrem de falta de espaço equipamento e/ou profissionais adequados.
A grande problemática dos arquivos é a avaliação documental, esta abordagem relacionada com a seleção e eliminação dos documentos tem que ser equacionada como parte da gestão da informação sem a qual não é possível gerar eficácia.
Não podemos falar de gestão de documentos como algo único e universal, gestão documental requer a adoção de politicas e métodos técnicas provadas  e eficazes, que respondam às necessidades informativas institucionais de cada realidade acompanhada de definições regras e regulamentos.

Palestra: “Património Farmacêutico” –  11h00 – B201 – ESEIG

Sofia de Morais Sarmento Correia Rainha
(Diretora Técnica da Farmácia Veiga em Carrazeda de Ansiães)

Licenciada em Ciências Farmacêuticas na CESPU (Cooperativa de Ensino Superior Politécnico Universitário), terminou em 2002, ano em que assumiu a direção técnica da Farmácia Veiga. Ao longo dos anos frequentou várias formações e pós-graduações com o intuito de melhorar o seu desempenho e a sua intervenção na Farmácia.
Destacam-se as formações da Associação Nacional das Farmácias: Suporte Básico de Vida, Primeiros Socorros, Administração de Vacinas e outros Injetáveis, Intervenção na Diabetes e dislipidémias, Cuidados Farmacêuticos na Hipertensão com seguimento de utentes, Gestão e Contabilidade Farmacêutica, Gestão de Equipas, Gestão do Tempo.
Outras formações: Higiene, saúde e segurança no trabalho, Insuficiência cardíaca e suas complicações, insuficiência venosa crónica- como prevenir-, Protecção Solar-prevenção de cancro da pele (intervenção nas escolas primárias do concelho), Interpretação de análises clínicas. Pós-graduação em Acompanhamento Farmacoterapêutico (consultas farmacoterapêuticas). Participação nos Congressos Mundiais de Farmácia na China, Suíça e Turquia. Frequenta o Programa de Gestão Empresarial para Farmácias na Escola de Pós-Graduação em Saúde e Gestão.

Resumo: “Gestão Patrimonial da Farmácia”
Caracterização Orgânica Funcional e Descrição da Evolução Histórica da Farmácia. Caracterização da Aplicação Informática SIFARMA 2000.
Abordagem às Metodologias e Ferramentas de Identificação, Registo, Documentação e Valorização do Património Farmacêutico com a apresentação de casos práticos na aplicação informática SIFARMA 2000.
Procurar-se-á durante esta sessão demonstrar a importância do uso de Programas como o SIFARMA 2000, cujos objetivos são garantir um suporte de informação e aconselhamento profissional e intervenção farmacêutica, com um atendimento mais personalizado aos doentes, controlando a sua adesão à terapêutica e acompanhamento farmacoterapêutico.

Palestra: “Gestão e Preservação Documental nas Alfândegas.” –  12h00 – B201 – ESEIG

Lucília Fernanda Pinto Monteiro
(Alfândega de Aveiro)

Licenciada em Direito e pós-graduação em Direito Fiscal pela Universidade do Porto. Colocada na Alfândega de Aveiro desde 2003, tendo desempenhado funções na área Jurídica, dos Impostos Especiais sobre o Consumo e atualmente na área dos Benefícios Fiscais.

Resumo: “Gestão e Preservação Documental nas Alfândegas.”
A fusão e integração da Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo no novo organismo AT-Autoridade Tributária e Aduaneira, desde 01/01/2012, acarreta um novo desafio ao nível da uniformização e simplificação dos procedimentos, tendo em vista a desmaterialização dos documentos, assumindo a preservação digital um papel de extrema importância para a eficiência e eficácia da Administração Fiscal na sua relação com os clientes contribuintes.

A participação nas palestras é gratuita com inscrição obrigatória para o seguinte e-mail milenacarvalho@eu.ipp.pt

  • Palestra  proferida pelo Dr.º Helder Guimarães “Inventário do Património Religioso: dos problemas do passado aos desafios do futuro.”
  • Visita de Estudo, realizada pela D. Manuela Azevedo, à  Igreja N.S. da Lapa e S. Bartolomeu em Vila do Conde.
Publicado por: Milena Carvalho | Maio 10, 2012

Palestras: Património Informacional

Palestra: “Inventário do Património Religioso: dos problemas do passado aos desafios do futuro.”

12 de Maio, 10h00, Anfit. B201, ESEIG

Hélder Guimarães
(Paróquia de Vila do Conde)
Nasceu em 1980, em Vila do Conde, onde frequentou os diversos graus do Ensino Básico e Secundário; Concluiu o Curso de História, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto;
Mestrado em História Contemporânea, «Os Ilustres de Vila do Conde: elite e poder local numa praia nortenha entre a Monarquia Constitucional e a Ditadura Militar», na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
– De 2005 até à atualidade é o responsável técnico pela Biblioteca, Arquivo Paroquial e Património da Paróquia de Vila do Conde;
– De 2008 até à atualidade é o Vogal da Fábrica da Igreja Paroquial de S. João Baptista de Vila do Conde para a área da Cultura e Património;
– Entre 2008 e a atualidade tem exercido várias funções docente em Escolas do Terceiro Ciclo do Ensino Básico e Secundário.

Resumo:
– A perspetiva histórica do Inventário;
– O trabalho de inventário – caso prático da Paróquia de Vila do Conde
– E depois do trabalho de inventário? (rentabilização do trabalho de inventário numa perspetiva económica)

No final da palestra vai decorrer uma visita guiada (duração 30mins) , realizada pela D. Manuela Azevedo, à Igreja de Nossa Senhora da Lapa e S. Bartolomeu, localizada perto (10mins, a pé) das instalações da ESEIG.

Maria Manuela Fernandes Neves Azevedo

é aluna na ESEIG na licenciatura de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação. Sob a orientação e em parceria com Hélder Guimarães é responsável pela inventariação do fundo religioso e patrimonial da Igreja de Nossa Senhora da Lapa e S. Bartolomeu de Vila do Conde.
Igreja de Nossa Senhora da Lapa e S. Bartolomeu
A igreja de Nossa Senhora da Lapa e S. Bartolomeu situando-se a nordeste de Vila do Conde, tendo esta sofrido obras de reconstrução no século XVIII deu lugar à antiga ermida dedicada a S. Bartolomeu que devia datar do século XVI. Com fronte barroca lembra-nos o estilo do italiano Nicolau Nasoni que naquela época pelo Norte e especialmente no Porto foi o autor de vários projetos.

Participação gratuita, com inscrição obrigatória

Inscrições: e-mail: milenacarvalho@eu.ipp.pt

Publicado por: Lino Oliveira | Abril 1, 2012

Seminários de Engenharia de Segurança 2011/2012

Nos dias 30 e 31 de março, tiveram lugar os seminários da unidade curricular de Engenharia de Segurança.

30/03/2012

Gestão da segurança em grandes organizações
Eng. Tito Vieira
Diretor do Centro de Computação da FEUP

31/03/2012

Gestão da segurança em aplicações web
Eng. Pedro Fortuna Santos
CTO da AuditMark

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